terça-feira, dezembro 12, 2006

PSP - Escola Segura

" Todas as crianças têm direito de crescer em segurança, num clima de tranquilidade, sem medos nem receios.
É obrigação de todos nós tornar esse direito uma realidade."



A segurança dos seus filhos é uma prioridade para a Polícia de Segurança Pública.
O desenvolvimento da actividade policial tão perto quanto possível das populações, a visibilidade das Forças de Segurança e a sua efectiva capacidade para resolver os problemas concretos dos cidadãos corresponde ao que hoje se designa por Policiamento de Proximidade.
Neste âmbito, o Programa Escola Segura contribui para criar as condições de segurança que as crianças merecem - no caminho para a escola, no seu interior, nas suas imediações, onde quer que se encontrem. Para que se sintam apoiadas e protegidas.
Não é essa a tranquilidade que deseja?
Informe-se junto das forças policiais e da escola como pode colaborar neste programa. Para que os seus filhos se lembrem amanhã que cresceram hoje em liberdade e segurança.


O que é?
O Programa Escola Segura é uma iniciativa conjunta do Ministério da Administração Interna e do Ministério da Educação que visa:


  • Garantir as condições de segurança da população escolar
  • Promover comportamentos de segurança escolar

Através de:

  • Vigilância das escolas e das áreas envolventes
  • Policiamento dos percursos habituais de acesso às escolas
  • Acções de sensibilização junto dos alunos para as questões da segurança

Como Funciona?
O Programa Escola Segura é assegurado por agentes policias devidamente treinados e preparados para este tipo de acção, bem como por viaturas exclusivamente dedicadas à vigilância e protecção da população escolar.
De fácil identificação pela sua cor e imagem exterior, cada veículo tem sob a sua responsabilidade um conjunto de estabelecimentos de ensino e está equipado com telemóvel e uma mala de primeiros socorros.
As escolas abrangidas pelo Programa Escola Segura beneficiam assim de uma vigilância reforçada e de uma relação directa com os agentes policias responsáveis pelo seu policiamento.
Esta vigilância é assegurada através do patrulhamento em horários e percursos definidos de acordo com as necessidades específicas de cada Escola.
A PSP desenvolve ainda, no âmbito do Programa Escola Segura, acções especiais de contacto e esclarecimento junto dos jovens, visando promover comportamentos de segurança. A

Segurança começa em cada um de nós A segurança é responsabilidade de todos. Também sua! Participe na segurança dos seus filhos.

Conheça:

  • O seu horário escolar
  • Os percursos que utiliza de ida e volta para a escola
  • Os nomes e contactos dos colegas e amigos mais próximos
  • Os locais onde costuma brincar

Ajude a PSP a desenvolverem trabalho de prevenção da segurança.

O seu Filho está em segurança:

  • Não aceitando boleias de desconhecidos
  • Não mostrando que traz dinheiro ou outros valores
  • Não aceitando Guloseimas, dinheiro ou outras ofertas de desconhecidos
  • Não alterando os percursos de ida e volta para casa
  • Não brincando em zonas desertas ou com pouco movimento
  • Deslocando-se um grupo sempre que possível
  • Informando os pais sobre qualquer contacto ou acontecimento estranho
  • Pedindo ajuda de imediato em caso de necessidade
  • Procurando conhecer o agente policial da sua zona e falando com ele
Ensine os seus filhos a adoptar comportamentos que os protejam!

posted por Nuno Sousa

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Dica - Uma boa postura nas aulas...

A boa postura ,será só uma questão de vaidade?

Claro que não, e como em todas as situações ,
"...mais vale prevenir ,do que remediar..."

Nesse sentido habitue as suas "crianças" ,a manterem bons hábitos na sala de aula.
Explicar-lhes que devem sentar-se direitas nas cadeiras, com a coluna vertebral bem encostada ao assento, pode evitar posturas incorrectas e problemas de saúde no futuro.
Quando a "criança" está a estudar em casa também não se deve inclinar para ler. Para prevenir dores nas costas, convém aproximar a cadeira o mais possivel da mesa ou pôr o livro num suporte vertical.
in "Deco Proteste - Out 2006"
Posted por Nuno Sousa

Uma aventura na ilha de Honoloko

Para que o seu filho saiba o efeito dos seus actos sobre o mundo que o rodeia, convide-o a fazer uma viagem até á ilha de Honoloko na net.
Será convidado a escolher uma personagem e o meio como se irá deslocar nesta aventura. Claro que a bicicleta polui menos que o carro...
Na companhia do Coelho Sempre em Forma, da Máquina da Saúde, do Robô da Energia e da Criatura dos Recursos, o seu filho será chamado a tomar decisões e verá como essas acções afectam o ambiente, a saúde da ilha e dos seus habitantes.
No fim do jogo, recebe uma pontuação, que poderá tentar superar numa próxima viagem a Honoloko.
Vejam esta "ilha" no endereço abaixo e, por favor, divirtam-se ...


posted por Nuno Sousa

sábado, dezembro 09, 2006

Agradecimentos "Recolha de Brinquedos"

A Apert 2 ,congratula-se pelo sucesso da actividade ,e vem a agradecer:

  • A todos os Pais e Encarregados de Educação participantes ,
  • A todos os amigos que colaboraram com o donativo de Brinquedos,
  • Á Escola EB 2 3 Rio Tinto nº2 pela cedência de utilização das suas instalações
  • Á instituição Carrocel Mágico pela sua disponibilidade e participação activa, na divulgação da actividade

"...Quem dá o que pode ,a mais não é obrigado..."

A Comunidade Aldeias SOS Agradece:

  • Á Apert 2 pelo desenvolvimento desta actividade
  • A todos os participantes ,acima mencionados ,que contribuiram para o sucesso desta actividade

"...Não há nada melhor no mundo ,do que um sorriso de uma criança..."


A todos , MUITO OBRIGADO !!!!!!

sábado, dezembro 02, 2006

Novos Cibernautas em Segurança


A Internet pode ser uma fonte de educação e até de divertimento para as crianças, mas esconde muitos perigos.
Agora que as crianças ganharam familiaridade com a Internet, há que ensinar-lhes a utilizá-la da melhor forma, tendo em conta os seus perigos.
Convém estar prevenido para situações de risco, e acautelar os seus filhos. O Seguranet, o sítio criado pelo Ministério da Educação com o apoio de Comissão Europeia, sensibiliza pais e filhos e professores para uma utilização mais segura dos conteúdos on-line. Para tal, o sítio disponibiliza alguns conselhos úteis: nunca dar informação pessoal, como o nome completo, o telefone, a morada da casa ou da escola, etc.
Deve ser falado com os miúdos/as que as pessoas on-line nem sempre são o que parecem. E mais importante: não as deixar marcar encontros com alguém que tenham conhecido na Net. Deve também colocar, se possível, o computador num sítio utilizado por todos, na sala, por exemplo e definir horários de navegação. Por precaução, desconfie se passarem muito tempo on-line, sobretudo à noite.
Sobre este tema ver também,
Posted por Nuno Sousa

Direcção Geral Formação Vocacional

Pais e Encarregados de Educação
O seu filho está descontente com a escola que frequenta?
Está desmotivado com os estudos?
Está indeciso sobre que plano de estudos a optar após o 9º ano?
Procura uma educação mais profissionalizante?
Procura desenvolver as suas aptidões artísticas?

Saiba que existe sempre uma opção à medida dos interesses do seu filho!

E saiba, também, que pode colaborar, de forma informada e consciente, nessa tomada de decisão tão importante na vida do seu filho/educando.

Quais os percursos que o sistema educativo/formativo pode oferecer ao seu filho/educando se já tem 15 anos e ainda não completou o 9º ano de escolaridade?

Pode ainda optar pelos Cursos de Aprendizagem, da responsabilidade do Instituto do Emprego e Formação Profissional, em funcionamento nos Centros de Formação Profissional e em entidades acreditadas.

Quais os percursos que o sistema educativo/formativo pode oferecer ao seu filho/educando se concluiu o 9º ano de escolaridade ou formação equivalente?

Que percursos existem após o 12º ano?

Onde pode o seu filho/educando obter apoio para a tomada de decisão?
- Nos Serviços de Psicologia e Orientação das escolas públicas;
- Nos Centros de Emprego do IEFP.
Posted por António Cunha

quinta-feira, novembro 30, 2006

Actividade - Almoço de Pais

Conforme proposto como actividade lúdica da Apert2 ,para o presente ano lectivo ,vimos a convidá-lo a almoçar na escola do seu educando.
A actividade consiste,na oferta de um almoço na cantina da Escola, de dois pais ou encarregados de educação por dia ,na companhia de um elemento da Associação de Pais e um representante dos órgãos sociais da Escola EB 2 3 Rio Tinto nº2 .
Temos como principais objectivos, a oferta da hipótese de confraternizar com o ambiente escolar do seu educando e de aproximar os educadores das excelentes condições de almoço da Escola dos nossos miúdos/as.

Datas da actividade:
O desenrolar desta actividade irá decorrer
nos dias 11 ,12 ,13 14 e 15 de Dezembro ,
pelas 13 horas.

Membros da Associação de Pais, presente por dias :
Dia 11 de Dezembro – José Pinheiro
Dia 12 de Dezembro – Fátima Pinto
Dia 13 de Dezembro – Nuno Sousa
Dia 14 de Dezembro – Rui Soares
Dia 15 de Dezembro – Gilberto Pires
Condições de participação:
-A divulgação da actividade será feita ,numa primeira fase via mail e numa 2ª fase via SMS ( contactos existentes na base de dados da Apert2)
-As reservas vão sendo feitas conforme ordem de chegada
-Por questões estruturais da actividade ,serão apenas aceites dois pais ou educadores, por dia
-Em caso de impossibilidade de reserva para o dia pretendido ,colocar-se-á a hipótese de novas datas á posterior ( Janeiro ou Fevereiro)

Meios de contacto para reserva :
-Via Internet ,para o endereço apert2@hotmail.com , com indicação de nome ,contacto telefónico e o dia pretendido
-Via telefone , para o número 96 203 08 57 – Nuno Sousa , com a indicação de nome ,contacto telefónico e o dia pretendido

Aos Pais. Aos Educadores.PARTICIPEM!!!

quarta-feira, novembro 29, 2006

Abuso emocional

Apesar de a violência verbal e da violência psicológica geralmente não deixarem marcas físicas, originam problemas emocionais, cognitivos e comportamentais sérios nas crianças e adolescentes.
"Gostaria de ver abordados artigos sobre violência verbal e psicológica, o seu efeito nas crianças e formas de atenuar esses efeitos."
Paula Seixas

A violência verbal e a violência psicológica andam, habitualmente, de mãos dadas e estão sempre presentes em todas as outras situações de maus tratos. Sempre que uma criança é exposta a este tipo de violência, pode afirmar-se que é alvo de abuso emocional. Este tipo de abuso caracteriza-se pela ausência ou inadequação de suporte afectivo e pelo não reconhecimento das necessidades emocionais do menor, de uma forma intencional e persistente. Os insultos verbais, a humilhação, a ridicularização, a desvalorização, a hostilização, a indiferença, a discriminação, as ameaças, a rejeição, a culpabilização, as críticas e o abandono temporário são apenas alguns exemplos da forma como o abuso emocional se manifesta.

Contrariamente ao que muitos possam pensar, esta e outras formas de violência ocorrem em todas as camadas sociais, económicas e culturais, embora sejam mais frequentes em famílias desorganizadas e disfuncionais, com menos recursos económicos, com níveis de instrução e cultura mais baixos e com condições habitacionais mais precárias.

Apesar de a violência verbal e da violência psicológica geralmente não deixarem marcas físicas, originam problemas emocionais, cognitivos e comportamentais sérios nas crianças e adolescentes. Vários estudos demonstraram que crianças expostas a situações deste tipo apresentavam mais problemas de ajustamento, défices ao nível da competência social, menor capacidade de resolução de problemas, agressividade e temperamento difícil e baixos níveis de realização académica. Um outro aspecto, que é muito importante salientar, é que, quando a criança está exposta de uma forma sistemática a situações de violência, corre o risco de a aceitar como uma forma efectiva de obter poder e controlo sobre os outros, tolerando com maior facilidade a agressividade e agindo mais frequentemente desta forma, quer com os pares, quer com os adultos. Quando a criança vive rodeada pela violência, os riscos mais dramáticos são, talvez, a amputação do seu projecto de vida, o bloqueio do desenvolvimento das suas potencialidades enquanto pessoa e a perpetuação da violência de geração em geração.

A melhor forma de atenuar estes efeitos, altamente danosos no percurso de vida de uma criança, é o diagnóstico precoce do mau trato, sendo esse diagnóstico uma responsabilidade inerente a todos os técnicos que trabalham com a criança, nomeadamente médicos, professores, psicólogos, entre outros. Obviamente que o diagnóstico só poderá ser feito se os técnicos em questão conhecerem os factores que favorecem o aparecimento dos maus tratos, os seus diferentes tipos, as suas principais manifestações e formas de apresentação. Por esta razão, deixarei alguma bibliografia que poderá ajudar na sinalização e encaminhamento de situações que envolvam esta e outras formas de maus tratos. Note-se que a sinalização atempada é o primeiro grande passo, para que outras entidades possam implementar estratégias de apoio e vigilância a crianças e famílias onde a violência se instalou.

Bibliografia:
• Machado, C. & Gonçalves, R. (Coords.) (2003). Violência e Vítimas de Crimes. Vol. 2 - Crianças. Coimbra: Quarteto.
• Magalhães, T. (2002). Maus Tratos em Crianças e Jovens. Guia prático para profissionais. Coimbra: Quarteto.

Noticia extraída do site da Educare

segunda-feira, novembro 27, 2006

Também se aprende a ser pai.

Em Santa Maria da Feira surgiu, há três anos, o "Pais XXI", um projecto que ajuda os pais a não terem medo de admitir fragilidades. Começou por ser um projecto integrado de prevenção na área da toxicodependência e evoluiu para o "Pais XXI", um espaço onde cabem todas as angústias da educação parental, sem receio de expor fragilidades. Sim, porque afinal os pais também têm medo.

Há três anos surgiu o Projecto Pais XXI, uma vertente do Plano Municipal de Prevenção Primária das Toxicodependências de Santa Maria da Feira. Acolhido e impulsionado pela Federação das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Santa Maria da Feira, o "Pais XXI" ganhou asas, autonomizou-se e, agora, quer levar a semente a outros grupos.
Quando o projecto nasceu, cresceu com ele, além de uma Linha de Apoio Telefónico e de um programa de rádio, um Clube de Pais. Hugo Cruz, psicólogo e coordenador do "Pais XXI", que conta com o apoio da Câmara da Feira e da Faculdade de Psicologia da Universidade do Porto, "a ideia de base era procurar um novo formato de educação parental".

Hugo Cruz confessa-se avesso a toda a sorte de manuais, do género "como ser um bom pai". Por isso, não pretendeu fazer das sessões quinzenais do clube uma escola, com mera exposição de conceitos e fórmulas de sucesso. "Nós temos por hábito preparar sempre as sessões mas se, nesse dia, na fase do acolhimento, surge uma outra questão, pomos de lado a temática", explica o psicólogo. Assim, sempre que a necessidade impunha as suas regras, o plano dos encontros foi sendo substituído por preocupações tão urgentes como o chichi na cama, o medo do escuro ou as negativas na escola.

Inicialmente, o Clube de Pais formou-se com quatro grupos (de 15 a 18 pessoas), estando previstas 80 horas de formação. Mas, com o tempo, um dos grupos acabou por dar continuidade ao projecto, reunindo-se desde há três anos para cá. Estes pais estão agora a organizar-se para ir formando outros clubes deste tipo, com sessões orientadas por eles próprios. "Este grupo teve necessidade de passar a mensagem, no sentido de dizer: ‘Organizem-se!'", explica Hugo Cruz.

O que começou por ser um espaço de partilha sobre a educação parental foi-se transformando, simultaneamente, num lugar para discutir a relação a dois. É que, sem que estes se dessem conta, o Clube de Pais acabava por ser o único local onde todos se juntavam sem a pressão da criançada por perto. Como afirma o psicólogo, "muitas vezes os pais ficam centrados na sua função parental e deixam para segundo plano outras coisas". A saber: deixam de jantar os dois juntos, deixam de namorar, sentem peso na consciência se abandonam os filhos em casa de familiares durante um serão para ir ao cinema, e por aí adiante... O contexto social, que determina que somos maus pais se não estamos permanentemente a cuidar dos rebentos, é o principal responsável por este estado de coisas. Só que, como argumenta Hugo Cruz, "se os pais se anulam isso é mau para a família".

Com a conversa em comum, os pais foram descobrindo que todos sentem medo de falhar e que, basicamente, não há mal nenhum em admitir inseguranças. Ao mesmo tempo, independentemente do tema específico de cada sessão, aprenderam a falar sobre a comunicação na família. Será preciso não esquecer que, apesar da imagem hierarquizada e composta com que todos nos fomos habituando a perspectivar a família, esta é, na realidade, a soma de várias personalidades complexas a habitar o mesmo espaço, num projecto de vida a tempo inteiro. Por isso, a comunicação é, inegavelmente, o centro para onde convergem todas as questões. E aqui, o mais importante é valorizar a qualidade. Como afirma Hugo Cruz, "muitas vezes, as famílias estão juntas fisicamente, mas não estão a partilhar nada". Com os encontros, os pais aprenderam a identificar estas lacunas, que, na maioria das vezes, podem ser colmatadas com pequenas insignificâncias. Por exemplo: não fazer da televisão o prato principal das refeições e não atirar com um "agora não!" automático, sempre que o filho interrompe as lides domésticas.

Foi, justamente, tomando como inspiração os ruídos surdos do quotidianos, que surgiu a peça "Retratos de família". A encenação resulta de uma criação colectiva que, para espanto dos filhos, tem os pais como principais actores. Por uma vez, os papéis inverteram-se. Foram os filhos, e não os pais, que se sentaram nos bancos da plateia. Hugo Cruz recorda a "emoção das crianças, que olharam com espanto para o lado divertido dos pais". A peça fez sucesso e está agora em tournée nacional, em sessões teatrais que juntam as famílias, durante fins-de-semana previamente marcados, em palcos um pouco por todo o País.

Desta troca de experiências, em três anos de trabalho, resultou, ainda, o livro Pais XXI, uma experiência, da autoria de Hugo Cruz e Inês Pinho, que foi recentemente lançado e conta com um prefácio de Daniel Sampaio. Entretanto, estão previstas, já para Dezembro, novas sessões, que irão permitir alargar o Clube de Pais a um número mais abrangente de pessoas.

Mais informações:
http://www.fapfeira.web.pt/

Notícia retirada do site da Educare

http://www.debatereducacao.pt

A Assembleia da República decidiu promover, conjuntamente com o Governo, um Debate Nacional sobre Educação, por ocasião dos vinte anos da publicação da Lei de Bases do Sistema Educativo (1986-2006). O Conselho Nacional de Educação foi mandatado para organizar este Debate que termina dia 15 de Janeiro
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