SIM
Baseadas no saudável princípio de que se justifica separar trigo do joio, as provas para apurar o domínio da língua portuguesa e o conhecimento científico dos candidatos a docentes é o melhor dique para conter pessoas impreparadas – por vezes tragicamente impreparadas – que prejudicam os alunos que o destino coloca no seu caminho.
Leonardo Ralha, Editor de Sociedade
NÃO
Deixar vários jovens escolher a área de ensino e barrar-lhes mais tarde o acesso à mesma através de um exame de duas horas não será o melhor método para seleccionar bons professores. O acesso à carreira docente deveria ser filtrado logo nas faculdades, que lançam para a rua licenciados sem lhes exigirem rigor e sabedoria.
Isabel Faria, Editora de Tv & Media
Existimos para vos representar, Pais. Existimos para defendermos os vossos direitos, filhos.
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Justifica-se submeter a exame candidatos a professores?
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Projecto Seguranet
Com o objectivo de promover uma utilização esclarecida, crítica e segura da Internet, quer pelas crianças e jovens, quer pelas famílias e cidadãos no geral, a Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP (UMIC), a Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular/ Equipa de Missão Computadores, Redes e Internet na Escolas (DGIDC/CRIE), a Fundação para a Computação Cientifica Nacional (FCCN) e a Microsoft Portugal, submeteram no âmbito do programa Europeu Safer Internet Plus, uma candidatura para promoção e consciencialização pública da utilização segura da Internet. Neste âmbito a DGIDC/CRIE disponibiliza o portal seguranet.pt, que aqui se apresenta.

Na vida preocupamo-nos em educar os nossos filhos o melhor possível, ensinando-lhes regras, dando-lhes conselhos, acompanhando-os nas suas diversas actividades, alertando-os constantemente para eventuais perigos etc. A Internet entrou nas nossas vidas e veio para ficar, passando a fazer parte delas. Mas tal como acontece com outras coisas nas nossas vidas, a Internet comporta alguns riscos com os quais temos de aprender a lidar para podermos preparar os nossos filhos para mais esta nova realidade.
Para isso basta:Debater estes temas pode ser divertido!
Participe nas Actividades Seguranet!
- Formar uma equipa de pais constituída com um número mínimo de três elementos até à totalidade dos encarregados de educação da turma. Apenas pode formar-se uma equipa de encarregados de educação por cada turma da Escola.
- Pedir ao Conselho Executivo para inscrever a Escola do seu filho nestas actividades.
Pretende-se que em cada escola se constituam equipas de encarregados de educação, que respondam aos diversos desafios. As respostas dadas pelas equipas a estes desafios levam à aquisição de pontos, que conduzirão à conquista de prémios e à participação na sessão de esclarecimento “Internet Segura” por parte da escola.
Regras Gerais
- Mensalmente serão lançados desafios a desenvolver pelas equipas de alunos e professor.
Trimestralmente serão lançados desafios a desenvolver pelas equipas constituídas pelos encarregados de educação. - Existirão concursos adicionais a realizar pelas escolas que possuem regras próprias.
Cada actividade desenvolvida terá uma pontuação, cuja soma conduzirá à conquista de prémios e à participação na sessão de esclarecimento “Internet Segura” por parte da escola. - As escolas participantes deverão fazer referência no seu sítio Web ao concurso no qual se encontram envolvidas.
Mais informações no regulamento das Actividades Seguranet.
posted por Nuno Sousa
Manuais escolares deixam de ser obrigatórios para algumas disciplinas
A portaria do Ministério da Educação (ME) define que a partir dessa data não serão adoptados manuais escolares nas seguintes áreas curriculares e disciplinas: Expressões Artístisticas e Físico-Motoras do 1º ciclo do ensino básico; áreas curriculares não disciplinares dos 1º,2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário; Educação Física, Educação Musical e Educação Visual e Tecnológica do 2º ciclo do ensino básico; Educação Física e Educação Artística do 3º ciclo do ensino básico e Educação Física do ensino secundário.
Consequentemente, a aquisição do manuais escolares para estas disciplinas deixa de ser obrigatória. No caso das disciplinas de Educação Visual e Educação Técnológica do 3º ciclo do ensino básico, a adopção de manuais passa a ser facultativa o mesmo acontecendo com a aquisição, estabelece ainda o diploma do ME.
A portaria prevê ainda que os agrupamentos e escolas devem assegurar que nenhum aluno seja prejudicado na sua avaliação pelo facto de não ter comprado o manual escolar quando este for opcional.
O diploma hoje publicado vem dar cumprimento ao disposto na legislação sobre o regime de avaliação, certificação e adopção e de manuais escolares, cujo decreto regulamentar estabelece que sempre que «o ensino e a aprendizagem tenham uma forte componente prática ou técnica ou a disciplina ou área tenha carácter opcional» não há lugar à adopção de manuais ou esta é facultativa.
terça-feira, janeiro 08, 2008
Telemóveis, MP3 e MP4 na sala de aula? Sim!
"Ontem à noite, fartei-me de ouvir a 'setôra'. Era eu a lavar a loiça e a 'setôra' a ler o Sermão do Padre António Vieira!". O comentário é citado por Adelina Moura, professora de Português/Francês da "Secundária" Carlos Amarante, em Braga, como prova dos bons resultados que está a obter com a utilização das tecnologias móveis no ensino (vulgarmente conhecido por "m-learning").
Nas suas aulas - ao contrário do que acontece nas restantes -, telemóveis, MP3 e MP4 são muito bem-vindos. Ali, em casa ou na rua, os alunos podem ouvir as aulas da professora.
O mais curioso é que os "podcasts" (gravações) de Adelina Moura, alojados na Net, já correm dezenas de salas de aulas do país, provando a utilidade das novas metodologias de ensino-aprendizagem."Se não os podes combater, junta-te a eles". Este foi o mote encontrado por Adelina Moura para amudança nos métodos de ensino. "Por mais que se proíba, é impossível impedir a entrada de telemóveis e MP3 nas salas de aula. Então, por que não tirar partido deles?", questionou.
Tão depressa pôs a questão como depressa arranjou uma boa tese de doutoramento, que está a desenvolver no Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho. E para "cobaias" da sua experimentação não podia ter encontrado melhor do que os alunos do 11.º ano do Curso Profissional de Manutenção Industruial e Electromecânica."É uma turma onde mais de 50% dos alunos têm duas e três repetências, pois têm dificuldades de aprendizagem. A motivação para eles é fundamental, há que arranjar formas de os prender e de não faltarem às aulas", explicou a professora.
Adelina Moura aproveitou a existência de 14 computadores portáteis na escola para utilizá-los na sala de aula. Em casa, a docente grava a leitura dos textos e todos os comentários e explicações sobre os temas em estudo.
São os chamados "podcasts", que mantém disponíveis a quem os quiser ouvir no sítio discursodirecto.podomatic.com.Para os seus alunos, criou um espaço próprio na Net, intitulado "Geração Móvel" (geramovel.googlepages.com/podcast).
"Ali os alunos têm os textos e os comentários gravados, além de um conjunto de actividades que lhes são propostas. Eles ouvem e realizam os exercícios ao seu próprio ritmo de aprendizagem", explicou.Normalmente, os "podcasts" são descarregados apenas por um dos alunos que, depois, passa aos restantes utilizando o "bluetooth" do telemóvel.
"Em casa, podem ouvir tudo a partir da Net ou do telemóvel ou MP3. E podem ir passear e, pelo caminho, ouvir os textos e as explicações da professora. O objectivo é aprender numa sala sem muros e numa disciplina sem horários", comentou Adelina Moura.
Embora a professora também utilize os métodos tradicionais, prefere, com aqueles alunos, recorrer mais às tecnologias. "Com o método tradicional, eles parecem atentos, mas estão longe. Com estas novas tecnologias, são mesmo obrigados a mostrar trabalho", concluiu.
segunda-feira, dezembro 31, 2007
quinta-feira, dezembro 20, 2007
Bom Natal!
É o desejo da Apert2, para todos os Pais, Enc. de Educação, Alunos, Professores, Auxiliares de Acção Educativa e Amigos da comunidade Escolar do Avert2.
domingo, dezembro 16, 2007
Concluida última fase Recolha de Solidariedde
Instituições a fazer feliz...
Os donativos recebidos já foram entregues, em que pela enorme quantidade e qualidade dos artigos recebidos, optámos por distribuir pelas seguintes instituições:
Fundação Filos - Projecto Arrimo Acreditar - Campanha Continuar a Acreditar... Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Gondomar - Campanha Uma Família, Um Presente... Junta Freguesia Baguim Monte - Campanha Natal Solidário 2007
- Pais, Mães, Enc. de Educação, Alunos e Amigos da EB 2,3 Rio Tinto nº2
- Conselho Executivo da EB 2,3 Rio Tinto nº2
- Professores da EB 2,3 Rio Tinto nº2
- Auxiliares de acção educativa da EB 2,3 Rio Tinto nº2
- Associação de Pais da EB1 da Boavista
- Associação de Pais da EB1 da Lourinha
- Associação de Pais da EB1 da Venda Nova
- Instituição Carrocel Mágico
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Jornal Escolar - Nasceu o "Rio de Letras"

Com aspecto bastante cuidado e um grande sentido estético, em conjunto com uma abordagem síntezada de temas desenvolvidos na nossa comunidade escolar, nasceu o Rio de Letras.
O Rio de Letras , é o jornal escolar do Agrupamento, com caractér trimestral, e que se encontra disponivel para aquisição, pelo seu educando, a partir de hoje. Sugerimos uma leitura atenta, pois é de todo o interesse a sua opinião e colaboração.
Á equipa do jornal Rio de Letras, a Apert2 felicita pelo trabalho realizado, com o desejo que este seja o número 1, de muitas edições!!
Nasceu o Rio de Letras! Como a água que brota da nascente, este jornal surge da vontade de alimentar uma comunidade que se tem mostrado sedenta das novidades e acontecimentos que ocorrem no quotidiano da vida escolar.
Assim, é com o objectivo de dar a conhecer a realidade educativa que surge este jornal. Deste modo, pretende-se que este seja um elemento agregador de pais, alunos, professores/educadores, auxiliares educativos e parceiros sociais. A cada um deles é reservado um espaço muito especial para dar voz às suas motivações, aspirações e expectativas. Aliás, foi através da voz dos alunos, enquanto principais motores do acto educativo, que surgiram as primeiras letras, os primeiros esboços relativos ao nome a escolher para baptizar esta publicação.
Posteriormente, cada representante dos diferentes sectores (Assembleia de Escola, Junta da Freguesia, Associação de Pais, Coordenação de Docentes do 1º Ciclo, Conselho Executivo, Pessoal Não Docente e Equipa do jornal) foi chamado a pronunciar-se sobre qual a escolha mais acertada: “Rio de Letras!”, numa clara alusão à localidade, com um misto de transparência e fluidez que nos transmitema a água, bem como as palavras.
Um obrigado especial ao docente Adriano Mesquita pelo seu bem conseguido logótipo para este jornal que, pelo contraste de traços e de cor, nos veicula a ideia de sobriedade, mas também de ousadia e do estreitar dos laços que se pretende alcançar com este periódico.
E para que este Rio se torne ainda mais denso, não poderemos esquecer os mais pequeninos, que se tornam tão grandes! A todos os alunos das escolas do 1º ciclo e jardim de infância deste Agrupamento, um convite muito especial para que participem na concretização deste jornal, através do seu contributo e dos lindos
desenhos que certamente animarão e trarão colorido às páginas sóbrias desta publicação.Votos de um Feliz Natal!
A equipa do JornalFicha Técnica:
Professores responsáveis:
Carmen Santos ; Raquel Simões ; Verónica FernandesColaboradores:
- Alunos ; Professores ; Auxiliares Acção Educativa ; Pessoal Administrativo ; Junta de Freguesia ; Associação de Pais
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Carta Educativa do Concelho de Gondomar - A Educação no Coração de Gondomar
O documento está disponível desde o dia 01 de Dezembro de 2007, no sítio da Câmara Municipal de Gondomar.
Veja tudo, nos seguintes links:
Para sugestões poderão utilizar o endereço:
cartaeducativagondomar@hotmail.com
Os grandes princípios que orientam a acção do Sistema Educativo expressam o direito constitucional á Educação e o dever do Estado e das Autarquias promoverem a sua democratização, garantindo o direito à igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolares e demais condições para que esta contribua para o desenvolvimento integral, para o progresso social e para a participação democrática na vida colectiva.
Para a Câmara Municipal de Gondomar a Educação é uma prioridade, inserida numa perspectiva de desenvolvimento integrado do Município.
Apesar de Gondomar ter uma das mais baixas taxas de abandono escolar, assim como de saídas precoces do Sistema Educativo, a nível nacional, queremos mais. Queremos garantir o nosso desenvolvimento sustentável, investindo na nossa maior riqueza: as gerações mais novas.
A Carta Educativa do Concelho de Gondomar constitui um documento estratégico fundamental, ancorado numa visão integrada e integradora da Escola, concebendo a rede de espaços educativos e formativos em profunda cumplicidade com o meio social envolvente, responsabilizando todos os agentes educativos na busca da excelência do Ensino, na Formação e na criação de Cultura no Concelho.
Queremos convocar todos os que fazem a Escola todos os dias a partilhar o nosso ideal de desenvolvimento, que assenta na valorização do nosso capital humano, através da qualificação e formação dos jovens e adultos e da aprendizagem ao longo da vida.
Nesta nossa proposta queremos escolas sem barreiras com o exterior, em interactividade com todas as forças vivas do Concelho, a funcionar a tempo inteiro, com todas as condições para o ensino e a aprendizagem. Escolas que disponibilizem os seus recursos e que prestem serviços à comunidade.
Pretendemos requalificar as escolas do 1°. CEB, aumentar a oferta do Pré-Escolar e construir novos centros escolares que integrarão o Pré-Escolar e o 1º. CEB.
Vamos, pois, continuar a trabalhar e a colocar «A educação no Coração de Gondomar”.
O Presidente da Câmara,
Maj. Valentim Loureiro
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Primeiro-ministro anuncia mudanças na autonomia, gestão e administração escolar
(…)
3. O novo regime de direcção e gestão escolar
(…)
Chegou agora o momento de avançar com a alteração da lei de autonomia, gestão e administração escolar. O Conselho de Ministros aprovará na generalidade, para consulta pública, o novo regime. Mas quero apresentar hoje, ao Parlamento, as suas linhas gerais.A nossa visão para a gestão das escolas assenta em três objectivos principais. O primeiro é abrir a escola, reforçando a participação das famílias e comunidades na sua direcção estratégica. O segundo objectivo é favorecer a constituição de lideranças fortes nas escolas. O terceiro é reforçar a autonomia das escolas.
Para cumprir o primeiro objectivo tomaremos duas medidas fundamentais. Por um lado, o director executivo de cada escola passará a ser escolhido pelo órgão colegial, o Conselho Geral, onde estão representados os professores, os pais, as autarquias e as actividades locais. Esta escolha será feita através de procedimento concursal, com critérios transparentes e em função do mérito dos candidatos. Por outro lado, competirá a este conselho geral a aprovação do projecto educativo, do plano e do relatório de actividades da escola.
O segundo objectivo essencial da reforma que proponho é, como disse, favorecer a constituição de lideranças fortes. É preciso não termos medo das palavras – é mesmo de directores que sejam líderes que nós precisamos. Líderes legitimados pelo seu currículo, pelo processo democrático da sua escolha e pela prestação de contas aos conselhos gerais onde estão professores, pais e autarcas. E líderes efectivos, dotados de autoridade e capazes de gerir as escolas e responder pelos resultados.
Assim, a direcção executiva das escolas será assumida por um órgão unipessoal – um director, coadjuvado por um pequeno número de adjuntos, em função da dimensão da escola. É-lhe confiada a gestão administrativa, financeira e pedagógica, assumindo também, para o efeito, a presidência do conselho pedagógico. Por isso mesmo, deve ser um professor. Repito, um professor. Digo-o com clareza: não concordo com aqueles que querem tirar os professores da direcção das escolas. O director deve ser um professor do quadro dessa ou de outra escola e deve estar qualificado para o exercício das funções, pela sua formação ou pela experiência já adquirida. É também ao director que compete designar os responsáveis pelas estruturas de coordenação e supervisão pedagógica, para garantir a coerência da liderança e permitir a sua plena
responsabilização e prestação de contas.Finalmente, terceiro objectivo: reforçar a autonomia das escolas. Mas sejamos claros: a autonomia vai de par com a responsabilidade e a prestação de contas, e com o sistema de avaliação externa das escolas. É que as escolas devem responder duplamente: responder, por um lado, face às famílias e comunidades locais, através do conselho geral em que estas estão representadas; e responder, por outro, face ao conjunto da sociedade portuguesa.
Assim, o novo regime jurídico definirá um enquadramento normativo mínimo, deixando ampla liberdade de organização a cada escola. Reforçará as competências desta na gestão administrativa e do pessoal. E permitirá o desenvolvimento dos contratos de autonomia, através dos quais as escolas acertam com o Ministério a transferência de novas competências e comprometem-se, por seu turno, com a obtenção de metas e resultados, com natural destaque para as aprendizagens dos alunos. (…)

